sábado, 1 de setembro de 2012

A música na Liturgia e dia do Catequista

 “O canto e a música desempenham sua função de sinais de maneira tanto mais significativa por ‘estarem intimamente ligados à ação litúrgica’, segundo três critérios principais: a beleza expressiva da oração, a participação unânime da assembleia nos momentos previstos e o caráter solene da celebração. Participam assim da finalidade das palavras e das ações litúrgicas: a glória de Deus e a santificação dos fiéis” ( CIC- 1157).
Cantar a liturgia é uma arte que aprendemos a partir do momento que prestamos atenção no sentido de cada rito da missa, de cada texto, de cada gesto. Como disse um sábio cardeal em uma entrevista sua: “A Liturgia não nos pertence... ela é de Deus, dom oferecido à humanidade por Cristo e em Cristo. Não somos nós que a fazemos, ela é que nos faz. Não a possuímos, é ela que nos possui... devemos deixar-nos conduzir por ela.
Os cânticos litúrgicos têm a sua inspiração nos textos bíblicos e nos textos litúrgicos: são bíblico-litúrgicos. Esse é o critério básico para a escolha de um repertório para a Missa. Nem todo cântico de cunho religioso ou devocional pode ser cantado na missa. Em uma celebração as orações, as leituras, a homilia, os comentários e os cânticos devem estar sintonizados entre si, devem ser concordes, falar do mesmo mistério que a liturgia daquele dia está contemplando.
 No último domingo de agosto a Igreja celebra o dia do catequista, essa missão sublime de evangelizadores que, dizendo sim a Deus ajudam as famílias na educação da fé de seus filhos! Parabéns, caríssimos catequistas! Deus os abençoe! 
No rito do Matrimônio, uma das interrogações do Sacerdote aos noivos é esta: “Estais dispostos a receber com amor os filhos que Deus vos confiar, educando-os na lei de Cristo e da Igreja?”, e os noivos dizem: “Sim”, mas é uma pena que na realidade isso não acontece. E essa “educação” é assumida pelo Catequista. Felizmente, e digo isto de “boca cheia”, temos os Catequistas para salvar, naquilo que podem a família. A família deve sim, e muito, a Catequese.

“O Catequista é, pois, o leigo engajado na missão de mostrar ao mundo contemporâneo que Cristo, caminho, verdade e a vida, é a única solução para que o homem de hoje tenha unidade consigo mesmo e dê um sentido final a sua vida, muitas vezes palmilhada por sofrimentos e dores”(cf. Gaudium et Spes).
Queridos Catequistas, vocês merecem todas as homenagens e honras. Aceitem com humildade os dons, carismas e frutos que o Espírito Santo vos confiou. Contem sempre com a oração da Igreja. E mostrem sempre o rosto bonito de Jesus Cristo as pessoas. Rezem para que Deus sempre envie bons e santos Catequistas para a comunidade catequética.

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